O terceiro boletim de balneabilidade desta temporada das praias e rios do estado foi divulgado na sexta-feira (5)
No litoral, dos 49 pontos monitorados, apenas a Ponta da
Pita, em Antonina, continua não sendo recomendada
O Instituto Ambiental do Paraná
(IAP) divulgou nesta sexta-feira (5) o terceiro boletim de balneabilidade das
praias e rios do estado desta temporada. O informativo aponta quais são os
locais em que os banhistas podem aproveitar as águas, sem risco de doenças.
No litoral, dos 49 pontos
monitorados, apenas a Ponta da Pita, em Antonina, continua não sendo
recomendada.
O boletim também indica que o
único dos 17 pontos avaliados na costa oeste e norte do Paraná que era
impróprio para banho, tornou-se recomendado a partir desta sexta.
Segundo a análise, no Rio
Paranapanema, em Primeiro de Maio, no norte do Paraná, a floração natural de
algas que tornava o local não recomendado para banho se dissipou e não oferece
mais riscos.
Ao todo, o IAP monitora a
qualidade da água em 66 locais onde há maior fluxo de pessoas durante o verão.
No litoral, são 13 pontos em Guaratuba, 14 em Matinhos, 11 em Pontal do Paraná,
cinco na Ilha do Mel, três em Morretes e dois em Antonina.
No interior, são avaliados pontos
em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu,
Itaipulândia, Missal, Santa Helena, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido
Rondon e em Primeiro de Maio.
O monitoramento possibilita
avaliação de concentração de bactérias na água, que permite a verificação de
contaminação por esgoto sanitário clandestino e avalia a possibilidade de uso
da água para atividades de lazer de contato primário, como natação, mergulho e
esqui-aquático.
Sinalização
Os veranistas podem se orientar
de acordo com as bandeiras na orla das praias, nos rios e nos reservatórios,
que indicam se os locais estão próprios ou impróprios para banho. A sinalização
aponta a condição da água a 100 metros a direita e a esquerda de cada bandeira.
A cor vermelha aponta que a água
não é recomendada e a azul que a região está própria para banho.
“A água imprópria traz muitos
prejuízos à saúde, como dermatites, problemas gastrintestinais e outras doenças
mais graves. Por isso, esse monitoramento é importante, assim como o respeito à
sinalização”, explica a diretora de Monitoramento Ambiental e Controle da
Poluição, Ivonete Chaves.
Existem dez pontos considerados
permanentemente impróprios para banho – onde rios, canais e galerias pluviais desembocam
no mar. Esses locais são acompanhados durante todo o ano e também na temporada,
mas não entram na verificação semanal porque já se sabe que a água não
corresponde aos padrões estabelecidos.
g1

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